quarta-feira, 17 de julho de 2013

GRAÇA E PAZ

Graça e Paz é uma saudação muito comum entre os cristãos, porém frequentemente ausente em seus relacionamentos. Graça é um conceito teológico fortemente enraizado no Judaísmo e no Cristianismo, definido como um dom gratuito e sobrenatural dado por Deus para conceder à humanidade todos os bens necessários à sua existência e à sua salvação. Paz é o que a bíblia cita como aquela que provém de Deus e “excede todo o entendimento” (Fp 4:7).
Quando nos deparamos com o apóstolo Paulo usando a saudação “Graça e Paz” em suas cartas, inspirado pelo Espírito Santo de Deus, esta não está sendo usada apenas como uma saudação, mas, como um desejo do coração do apóstolo; para que seja praticada não apenas nas saudações, mas nos relacionamentos entre as pessoas.
Portanto, exerça a Graça e a Paz na vida das pessoas!

Pr. Marcio

VIVER OU SOBREVIVER

Passamos nossas vidas sobrevivendo de modo que não nos atentamos ao que verdadeiramente é importante; muitos fazem de Jesus um meio pelo qual colocam suas esperanças egoístas. Sendo que Ele é o “princípio e o fim” (Ap 1:8), não o meio para sobrevivermos segundo nossas expectativas egocêntricas, fazendo dele um artifício para nossas conquistas.
Precisamos aprender a viver de modo que possamos ter esperança além desta vida, pois, “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.” (1Co 15:19). Vivamos nossas vidas reconhecendo que Jesus Cristo é suficiente e o fim em Si mesmo.

Pr. Marcio

terça-feira, 21 de maio de 2013


JEJUM

Jejuar: Significa abster-se de alimento por um certo período de tempo. No Velho Testamento, o jejum está geralmente associado com três coisas:
Tristeza: Juízes 20:26; 1 Samuel 31:13; 2 Samuel 1:12; 1 Reis 21:27; Ester 4:3; Salmo 35:13; Daniel 6:18.
Confissão de pecados: 2 Samuel 12; 1 Samuel 7:6; Jonas 3:5; Neemias 9:1.
Buscar o Senhor: 2 Crônicas 20:3; Esdras 8:21, 23; Ester 4:16; Joel 1:14; 2:15; Neemias 1:4; Daniel 9:3.
Muitas vezes estes elementos de aflição, confissão e oração foram juntados em períodos de jejum. Um dia regular de jejum foi observado pelos judeus todos os anos:
O dia da expiação: Levítico 16:31; veja Atos 27:9.
O dia da expiação era naturalmente associado com aflição, confissão e oração, quando o povo se recordava dos pecados que havia cometido durante o ano e oferecia sacrifícios pela sua purificação.
Nos dias do Novo Testamento, os fariseus tinham transformado o jejum em um ritual e um espetáculo.
Jesus ensinava que o jejum é para ser feito em particular e não para impressionar os outros (Mateus 6:16-18).
Ele também ensinava que o jejum é para ser feito em ocasiões apropriadas, isto é, em tempos de aflição (Lucas 5:33-39). A tristeza levaria os discípulos a jejuar, e o jejum seria voluntário.
O jejum é de grande valor quando acompanha a oração persistente em tempos de crise e necessidade (Atos 9:9; 13:2-3; 14:23).
O jejum não é um ritual mecânico, para ser praticado simplesmente com o propósito de jejuar. Mas quando a tristeza, a culpa ou a necessidade por uma comunicação mais íntima com o Senhor pede isso, então o jejum pode ser praticado.
Ainda que o Novo Testamento nunca ordene o jejum, ele mostra que os cristãos primitivos ocasionalmente jejuavam, quando as circunstâncias eram propícias. Por exemplo:
Em Atos 13:2-3, a igreja jejuava quando enviava dois dos seus professores numa longa viagem de pregação.

Em Atos 14:23, as igrejas jejuavam quando indicavam anciãos. Jejuar nunca deveria ser pensado como um meio de manipular o favor de Deus ou como um modo de fazer com que Deus ficasse mais atento às nossas orações.
 Antes, jejuar pode ser um meio de nos aproximarmos do Senhor, orando e meditando no Senhor, sem interrupção para tomar uma refeição.
E o jejum é, freqüentemente, o acompanhamento natural da aflição e da triste confissão de pecado.


Espero no Senhor que este estudo te leve a um momento de mais intimidade com Deus e o torne cada vez mais dependente dele!


Fiquem com Jesus.


Pr. Marcio da Silva 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O Evangelho



O mundo gira em torno das notícias. 
A informação é uma “mercadoria” muito valiosa em nosso século!
Porém, toda notícia tem como seu principal atributo a exatidão / verdade, atributo este que é mais importante do que a velocidade com que ela é propagada.
Cristianismo tem haver com notícia também. Na verdade, o cristianismo é composto da melhor notícia que o mundo pode ouvir!
"Uma Igreja saudável tem as Boas-Novas de Jesus, que deve despertar o nosso interesse por perdão e transformação constantes, além de esperança de um porvir sem pecado!" (Mark Dever)

Por que o evangelho deve ser uma das marcas principais de uma Igreja saudável?

PORQUE:

  Era uma das principais obras de Jesus Cristo entre nós!
“ Ele, porém, lhes disse: É necessário que eu anuncie o evangelho do reino de Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui enviado.” (Lucas 4:43)

  É o Poder de Deus para Salvação!
“pois não me envergonho do Evangelho, porque é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê...” (Romanos 1:16)

  Foi confiado a nós por Deus!
“...visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para agradar a homens, e sim a Deus.” 
(1Tessalonissenses 2:4)

  Foi nos confiado com um propósito específico!
“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura...”
(Marcos 16:15)

  É obrigação nossa pregar este evangelho!
“Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque aí de mim se não pregar o evangelho.”
(1Coríntios 9:16)

 Dá um novo sentido a nossa vida!
“Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdêla-á;e quem perder a vida por causa de mim e do evangelho salvá-la-á.” (Marcos 8:35)

Um bom entendimento do evangelho nos mostra onde estamos como Igreja e nos direciona para onde precisamos estar

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

EUTANÁSIA OU SUICÍDIO



Este é um assunto muito delicado de se tratar, todavia encontramos alguns casos na bíblia em que pessoas tomaram a própria vida. Saul e seu escudeiro se mataram para não cair nas mãos do inimigo (1 Samuel 31:4-5). Aitofel se enforcou quando o seu conselho foi rejeitado (2 Samuel 17:23). Zinri, cercado pelo inimigo, queimou a casa sobre si (1 Reis 16:18). Judas Iscariotes, traiu Jesus e se suicidou (Mateus 27:5). Um caso um pouco diferente envolve Sansão, que se sacrificou num ato de guerra contra os filisteus (Juízes 16:30).
Alguns têm usado tais casos para defender o suicídio ou eutanásia, observando que os trechos citados não apresentam julgamentos morais. Mas a Bíblia nem sempre condena os erros dos homens no mesmo contexto, deixando com o leitor a responsabilidade de aplicar princípios de outros trechos das Escrituras. Devemos fazer isso em relação ao suicídio ou eutanásia. Observe estes fatos:
Deus definiu a santidade da vida humana e exige que ela seja respeitada (Gênesis 9:6).
Paulo impediu o suicídio do carcereiro, dizendo que estaria fazendo mal (Atos 16:28).
A solução ao sofrimento nesta vida não é fugir ou procurar escapar da dor, mas encarar os problemas com fé em Deus. 
Jó sofreu terrivelmente, mas não tomou a própria vida. Num momento de depressão, Elias até pediu que Deus o tomasse, mas não ousou tirar a própria vida (1 Reis 19:4). Paulo sofreu com seu espinho na carne, mas não tentou escapar pelo suicídio ou eutanásia (2 Coríntios 12:7-10). O suicídio ou eutanásia normalmente é uma tentativa de fugir de problemas, ao invés de procurar a ajuda de Deus. Pedro e Judas negaram Jesus na mesma noite. Judas fugiu e se suicidou (Mateus 27:5), enquanto Pedro se humilhou diante do Senhor e se tornou útil no reino de Deus durante o resto da vida (Mateus 26:75; João 21:15-19).
Minha opinião? Deus deu a vida e somente Ele tem o direito e sabe a hora de toma-la!